Mexilhão

Tem um corpo mole formado por dois lóbulos simétricos e o manto do qual sobressai o pé, uma concha oval de cor negra, onde se podem agarrar outros organismos.
É encontrado no Atlântico Nordeste e costa portuguesa, em estuários e habitats oceânicos, habitando zonas rochosas entre marés, até aos 10 m de profundidade. Alimenta-se de matéria em suspensão e fitoplâncton através de filtração. A reprodução é sazonal e as posturas ocorrem na Primavera e Verão tardio, em resposta ao aumento da temperatura e salinidade da água, assim como ao aumento do alimento disponível.

É capturado à mão (apanha). É também produzido por aquicultura em mar aberto, tendo
sido feito um forte investimento neste sector económico ao largo da costa do Algarve.

Um dos maiores predadores do mexilhão é a estrela-do-mar; sempre que este predador carnívoro aparece a população do mexilhão sofre um grande decréscimo.

Peso mínimo de captura:
5 cm

Um clássico! Provavelmente dos alimentos mais habituais na dieta do sargo, o mexilhão é uma iguaria bem apreciada pelos sargos e que é fácil de adquirir pela simples apanha ou comprado em sacos de um quilograma em qualquer grande superfície. É um isco que se recomenda usar fresco, sendo as técnicas de eleição a pesca com boiá de pião e a chumbadinha, sobretudo em locais com rochas onde os mexilhões abundem.

Os mexilhões podem ser iscados com ou sem casca, mas é sem casca que se faz a iscada mais habitual; a selectividade parte do tamanho da mesma e como o que se pretende é um sargo grande, recomendamos uma iscada feita com dois mexilhões grandes, feita com um anzol nº 1/0 ou até mesmo 2/0. Se o lançamento for mais “puxado” recomenda-se a lycragem da iscada, mas não em demasia para aparentar ter mais volume dentro de água.

Iscar:

Culinária:


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