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José Luis Costa
Texto e Fotos: José Luis Costa
Na primeira parte deste artigo falamos dos locais onde podemos encontrar peixes na pesca em alto mar, nesta segunda parte vamos abordar os fatores que nos poderão ajudar na procura e captura de peixes em alto mar.

Como falamos no artigo anterior, podemos considerar cinco factores que afetam onde e quando os peixes se alimentam: estruturas, correntes, temperatura da água, tempo e as iscas.



Num habitat marinho, qualquer estrutura dura, (cabeço de pedra, recifes, naufrágios etc); são um oásis para os peixes. Procure por pontes, molhes, quebra-mares, boias acima da superfície da água, canais, desníveis acentuados do fundo, cardumes de peixes pequenos, naufrágios, recifes e cabeços de pedra, estes são os principais locais que os peixes gostam de frequentar.
Muitas vezes, até mesmo uma variação subtil no contorno do fundo ou uma pequena estrutura que muitas vezes nos passa despercebida pode conter um número surpreendente de peixes e proporcionar-nos uma agradável surpresa. Algumas espécies encontram refugio nestas estruturas, enquanto outros peixes gostam mais de andar na sua periferia.
Autor com uma bela dupla de Pargos
Quando pescamos numa estrutura lembre-se que a mesma pode ser nossa amiga ou inimiga. Não são apenas pedras, corais e naufrágios bons lugares para encontrar e ferrar peixes, estes também são bons sítios para se perder peixes. Aconselho a utilização de material mais pesado e forte, linhas mais grossas, o drag do carreto mais apertado e habilidade na hora de combater um peixe maior para evitar quebrar a linha num bico de pedra ou coral existente na mesma. Dependendo das espécies alvo que procuramos, você pode fundear, corricar ou fazer derivas sobre estas estruturas. Quando pescamos ao corrico, aconselho a fazer uns oitos ou círculos sobre o local onde a nossa sonda assinalou peixe, os mesmos podem ser encontrados a centenas de metros do local, portanto certifique-se de tentar cobrir toda a água em seu redor. À deriva, colocamos o barco directamente sobre a zona onde vamos pescar e desligamos o motor, deixando que o mesmo se desloque livremente ao sabor do vento ou corrente, quando estes factores são fortes é normal a utilização de um para quedas de forma diminuir a velocidade da nossa deriva, uma vez saídos do spot é voltar a repetir o processo. Para fundear, localizamos o local onde vamos pescar passando sobre ele contra a corrente ou vento e lançamos o ferro para o fundo mais avante, ficando o barco imóvel sobre o local de pesca.

Diversos também contam...
As correntes oceânicas trazem comida e nutrientes para os peixes. Predadores tendem a permanecer na corrente esperando uma refeição fácil que passe, peixes maiores usam a corrente para confundir peixes menores enquanto outros usam a corrente e as estruturas para caçar. Alguns peixes posicionam-se na corrente por cima da estrutura, enquanto outros se escondem atrás dela. Uma estrutura pode inclusivamente afetar as correntes, fazendo  a água se mover mais rápido ou diminuir a sua velocidade. Às vezes, a própria corrente cria uma estrutura. Quando a maré sobe, pode encher uma área seca com água. Quando a maré desce, o peixe vai se reunir em águas mais profundas. Não só a corrente pode reagir e interagir com a estrutura, mas, quando fazemos pesca de fundo em alto mar, a corrente pode atuar como uma estrutura, isto acontece quando dois corpos de água colidem, as linhas de maré resultantes podem atrair predadores e presas. Muitas vezes, estas correntes levantam areia e sedimentos colocando a descoberto comida que os peixes aproveitam para se banquetear, enquanto predadores patrulham a periferia tentando emboscadas os mais pequenos.
É importante perceber que a corrente não é o mesmo que a maré. Maré é definido como a subida e descida da água, devido à força gravitacional da Lua sobre a Terra. Corrente, por outro lado, é o fluxo de água de um lugar para outro. Enquanto a mudança de maré frequentemente cria correntes, a direção ou a intensidade da corrente nem sempre coincide com a fase da maré.

Nelson com um bom exemplar
Nada atrai mais os predadores, como a disponibilidade de presas. Usando iscas artificiais ou naturais que imitam o que os peixes se alimentam é um dos fatores principais para capturar “aquele” exemplar. Mas entender como os predadores procuram e se estão a alimentar é tão importante quanto escolher a isca certa ou equipamento.
Nós pescadores somos como os peixes de água salgada, estamos sempre procurando a isca certa. A alimentação dos peixes tem uma ampla variedade, incluindo peixes menores, crustáceos, moluscos e até algas. Determinar o que os peixes estão comendo, como e quando, é o primeiro passo para o sucesso de uma pescaria.
Frequentemente podemos ver na superfície da água que tipo de isca estão comendo, como é o caso do pilado, ou vemos na sonda cardumes de peixes pequenos debaixo do barco, normalmente assinalados em bolas avermelhadas alvoradas do fundo. Outras iscas, tais como moluscos ou crustáceos, não é possível ver a não ser experimentando pescar com eles. As condições que atraem os peixes são as mesmas que atraem as isca: temperatura da água, corrente, tempo, tipo de estrutura, etc.
Em alto mar uma das melhores maneiras de encontrar a isca que os peixes estão a comer é encontrar aves que se estão a alimentar. Identificar e compreender o comportamento das aves na pesca pode ser tão importante como entender os hábitos dos peixes.
Algumas espécies de aves são melhores indicadores de peixe que outras. Aves mergulhando na água geralmente indicam cardumes de predadores alimentando-se de peixes pequenos como a sardinha e cavala, enquanto que pássaros pairando sobre uma zona pode significar que os peixes estão na área. Quando localizamos predadores que se estão alimentando debaixo das aves, é importante colocar as nossas iscas no frenesim da alimentação e manter o barco na periferia do mesmo.

TERMOCLINA: O QUE É ?

Termoclima
Termoclina é a variação brusca de temperatura em uma determinada profundidade do mar ou ambientes de água doce. Em baixas e médias latitudes, abaixo da camada superficial dos oceanos, encontra- se uma camada com máximo decréscimo de temperatura por unidade de profundidade, sendo este gradiente brusco de temperatura denominado de termoclina. As regiões de alta latitude como as regiões polares não apresentam estratificação térmica, observando-se uma homotermia fria na coluna de água. A termoclina possui grande importância na distribuição dos organismos aquáticos funcionando como uma barreira para estes, uma vez que as mudanças de temperatura da água acarretam em alterações na densidade, viscosidade, pressão, solubilidade e oxigénio, que por sua vez podem influenciar na flutuabilidade, locomoção e respiração dos organismos. A termoclina pode ser vista durante um mergulho (além de sentida) e onde há uma termoclina na parte mais profunda, a água fica com um aspecto "sujo" ou "vidro opaco", este fenómeno é uma refração causada pela diferença de temperatura entre uma camada e outra.





























A metereologia pode influenciar um dia de pesca
Temperatura da água

Os peixes são de sangue frio, isso significa que a temperatura do corpo de um peixe, é a mesma que a temperatura da água circundante.
Para um peixe, a diferença de alguns graus de temperatura da água é como a diferença entre estarmos dentro da nossa casa ou na rua num dia de Inverno. Para encontrar peixes, temos que tentar encontrar a temperatura da água que eles preferem. As alterações de temperatura da água podem ser vistas por alterações na limpidez da água ou da cor. É normal as sondas modernas virem equipadas com um medidor de temperatura da água, muitas vezes são uma das ferramentas mais valiosas no arsenal de um pescador.
Muitos pescadores, principalmente os de Big Game, é normal consultarem imagens de satélite que indicam a temperaturas da água do oceano para encontrar áreas onde a temperatura da água é ideal para pescar antes de deixar o cais. Mesmo quando a temperatura da água não é a ideal, ainda é possível encontrar peixes. Algumas espécies de peixes podem tolerar temperaturas de água que são muito quentes ou muito frias, tornando-se inativos. Em dias frios, águas rasas aquecem mais rápido. Em dias quentes, procure peixes em águas mais frias e profundas. Outros peixes migram grandes distâncias para seguir as correntes e a sua temperatura de água ideal.
De todos os factores para encontrar peixes, a temperatura da água é provavelmente o mais importante. Se a temperatura da água não for a ideal, o peixe torna-se inativo e deixa de comer.

O tempo

O tempo afeta tanto os peixes, assim como os pescadores. Vento, chuva, céu muito nublado, e a pressão atmosférica, todos estes fatores desempenham um papel importante no comportamento dos peixes.
O vento é uma das forças mais poderosas que afetam os peixes. Não só o vento cria ondulação, como também pode empurrar a água a partir de uma zona para outra.
Algumas espécies alimentam-se quando sopra um vento particular, para depois ficarem completamente inativos quando as condições mudam.
A pressão atmosférica também tem um forte efeito sobre peixes, antes de uma tempestade a pressão do ar desce. Os peixes podem detectar essa mudança e irão responder, ou alimentando-se muito ou escondendo-se ficando inativos.
Para manter o controle de todas estas condições e os seus efeitos sobre a pesca, podemos fazer e manter um diário de pesca e uma vez encontrado um padrão que produz peixe, muitas vezes podemos voltar ao mesmo local, nas mesmas condições e ter o mesmo sucesso.
Nunca é demais salientar as novas tecnologias que estão atualmente disponíveis e que são neste momento uma ajuda preciosa na previsão do tempo, com todo o tipo de informações importantes para a pesca de alto mar.
Já agora não se esqueça; segurança a bordo acima de tudo, consulte sempre a previsão metrológica antes de ir à pesca para o alto mar.
Mais uma dupla de Pargos legitimos






 
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