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  É neste aspecto que cada pescador (excepto os que pescam com montagens concebidas pelos fabricantes) deixa a sua marca. Para nós, está na montagem concebida pelo pescador o seu segredo. É aí que cada pormenor faz a diferença.
  As montagens tomam as mais diversas formas; podemos dizer que existe um número infinito delas. Cada um usa o que quer e gosta e não existem duas montagens iguais.
  Mas sendo mais específicos, vamos ver os diferentes componentes das montagens:
: união da madre do carreto à madre da montagem;
: fio da madre da montagem;
: união da madre da montagem aos estralhos;
: fios e comprimentos dos estralhos;
: anzóis;
: união madre da montagem à chumbada;
  Vamos seguir uma ordem lógica, por isso nesta edição iremos abordar os três primeiros itens desta lista, e no próximo número os restantes.

 

 

 

Madre do carreto à da montagem
  Existem várias opções de destorcedores — simples, de alfinete, de rosca, de mola… enfim, há de tudo um pouco. A opção mais prática, no nosso entender, é sem dúvida a dos clipes rápidos. Existem inúmeros tipos e formatos das mais variadas marcas, mas a Stonfo tem uns bastante bons, que recomendamos. Existem também vários do mesmo tipo feitos manualmente por alguns dos melhores pescadores de surf casting nacionais, mas são mais difíceis de arranjar.
  De forma a estes não ficar a nu, nada melhor do que um troço de 2 a 3 cm de manga elástica própria para o efeito, que se encontra à venda em qualquer loja. Existe ainda muita gente a usar as bolas mas estas, a nosso ver, só criam mais atrito nas montagens, por isso são de ignorar.
  Se a manga anteriormente falada for fluorescente, terá tripla finalidade: proteger a saída da linha do clipe, sinalizar o chegar da nossa montagem à superfície e proteger a nossa ponteira de um eventual contacto com este acessório.
Fio da madre da montagem
  Para este segundo componente, temos as mais variadas opções. A bolsa de cada um tem um peso enorme neste campo. Fluorocarbono, flurocoating ou um simples mono, eis a questão! Questão essa que é, invariavelmente, respondida pela nossa carteira.
  Neste capítulo, outro factor importante tem a ver com a utilização ou não de nós de travamento. Todas as opções são válidas; no entanto, as opções aqui enunciadas terão em conta o uso tanto de nós como de cola, ou qualquer outro acessório (como as molas ou dispositivos de aperto — estes desaconselhados, por ‘ferirem’ a linha).
  Sempre que imprimimos um nó à nossa madre, estamos a enfraquecê-la, e estará aí localizado um possível ponto de rotura. Agora: há nós e nós, e alguns destacam-se nestes casos, como o nó de 8 ou o nó cego de três voltas.
  Um fio que nos garante uma enorme força e elasticidade é, sem dúvida, o ProSargos Titanium Salt Water, um fio com uma memória muito pequena (praticamente nula), com tratamento anti-salinidade bastante resistente à ruptura e à abrasão. Depois uma linha recente, proposta pela Awa-Shima, a Camuf, é muito equivalente à anterior e tem uma enorme e incrível ...
Sempre que imprimimos um nó à nossa madre, estamos a enfraquecê-la, e estará aí localizado um possível ponto de rotura.
Agora: há nós e nós, e alguns destacam-se nestes casos.

... resistência ao nó. E tem uma particularidade: vai tomando várias tonalidades dos verdes e castanhos ao longo da bobine, daí o seu nome. Uma excelente opção, sobretudo para quem pesca em águas bastante turvas e/ou tapadas e quer usar nós na madre.
  Neste ponto, temos também usado a marca Seaguar, sempre com bons resultados, e em equipa que ganha não se mexe. Como foi dito inicialmente, a carteira manda.

Madre da montagem aos estralhos
Neste componente, a oferta é enorme!
Podemos até dizer que as conjugações de soluções tornam este capítulo quase infinito, mas iremos cingir-nos àqueles que, na nossa opinião, se adequam mais. Nas nossas montagens, o leque é curto, bastante curto. ‘Crossbeads’ e micro-missangas
da Stonfo fazem 75% das montagens.
Variam os tamanhos, mediante o tipo de pesca. Após várias experiências, o nó reina.
  Depois os outros 25% são completados com peças em U da Fuji Bait, rotores ‘hand made’ by José Afonso, Hiro Sliders e ‘crossbeads’ de inserção fácil/rápida da Leoni e/ou da Tubertini. As missangas, essas, 99% das vezes, são da Stonfo. Também apostamos em montagens ‘caseiras’.

A experiência, não só na pesca embarcada mas na pesca em geral, diz-nos que não existem dois dias de pesca iguais, e que o que é verdade hoje poderá não ser amanhã. Assim, este artigo baseia-se no que pensamos hoje, e não há nada como irmos evoluindo, pois quem já sabe tudo ainda está para nascer. Saber compreender como está o nosso dia de pesca e, seguidamente, perceber como o peixe come é meio caminho andado para o sucesso; depois, há que saber adaptar as nossas montagens à realidade temporal. Tendo isto, o sucesso será garantido — ou pelos menos andará por perto... Uma simples montagem não faz milagres, mas ajuda. Agora, na pesca, como em todo na vida, há apenas que saber medir até onde queremos ir e até onde podemos ir.

Até lá, boas pescas!

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